MG1050 Express · Proposta de investimento

Um terreno.
Duas receitas.Nenhuma folha
de pagamento.

A Av. Minas Gerais 1050 já tem o terreno, a marca e a nota máxima no Google. Falta a máquina que lava sozinha, 24 horas por dia, e quatro boxes para alugar a profissionais autônomos. Nenhum dos dois precisa de funcionário.

LocalJoão Pessoa, Paraíba
DocumentoConfidencial, uso do destinatário
VersãoAgosto de 2026
Role para começar
Ato 1 de 4

A oportunidade

O negócio já existe e já funciona. O que trava não é a demanda.

Em João Pessoa, carro sujo é não cuidar do patrimônio

Você não está entrando num mercado novo. Está entrando num hábito que já existe há décadas.

Na capital paraibana o carro é identidade, e é patrimônio. Quem tem orgulho do seu não aceita lavagem sem qualidade, e é exatamente essa pessoa que a MG1050 atende na Av. Minas Gerais 1050. A casa não precisa ser inventada nem provada: ela já está de pé, com nome, endereço e clientela.

E está arrumada. Em doze meses o dono cortou 24% do custo mensal, de R$ 31.686 para R$ 24.107. E o preço médio do serviço subiu ano após ano no mesmo período de janeiro a julho: R$ 125,86 em 2024, R$ 127,40 em 2025 e R$ 131,50 em 2026. Nos sete primeiros meses de 2026 a operação entregou 30% de resultado antes das retiradas da família.

Reputação
5,0
em 22 avaliações no Google, sem uma única nota abaixo de cinco
Custo mensal
−24%
de R$ 31.686 para R$ 24.107 por mês, em doze meses
Ticket médio
R$ 131,50
média de janeiro a julho de 2026, contra R$ 125,86 no mesmo período de 2024

Quanto mais carros entram, mais barato é o carro que entra

Não é uma impressão nem um mês fora da curva. É o que os sete primeiros meses de 2026 mostram, mês a mês, no próprio sistema de ordens de serviço da casa.

Janeiro foi o mês de maior movimento do ano: 317 ordens de serviço. E foi também um dos mais baratos, com ticket médio de R$ 121,47. Julho, o segundo maior em volume com 304 carros, teve o ticket mais baixo de todos, R$ 118,65. Já maio, que recebeu 228 carros, vendeu a R$ 148,31, e abril, com 218, a R$ 141,28.

Os dois meses de maior movimento do ano são exatamente os dois mais baratos. Quando a casa enche, o que entra é lavagem simples; quando esvazia, sobra mão para higienização, polimento e proteção, que é onde está a margem.

2026CarrosTicket médioFaturamento
Janeiromaior movimento do ano317121,4738.505
Fevereiro159130,7220.785
Março260136,6835.537
Abril218141,2830.800
Maiomelhor mistura do ano228148,3133.814
Junho233131,0730.540
Julhoticket mais baixo do ano304118,6536.070
Sete meses1.719131,50226.051

Se esses mesmos 1.719 carros tivessem sido vendidos na mistura de maio, os sete meses teriam faturado R$ 254.945 em vez de R$ 226.051. Só janeiro, o mês recorde, teria rendido R$ 8.509 a mais. Nenhum cliente novo. Só a mistura de serviços.

R$ 28.894
de receita que já estava dentro da loja em sete meses, sem depender de um único cliente novo

“O que mudou não foi o movimento, foi a mistura: entrou muita lavagem simples e saiu pouca higienização, polimento e proteção, que é justamente onde está a margem.”

Análise dos sete meses de 2026, agosto de 2026

E a mistura depende de gente. Higienização, polimento e proteção exigem um profissional formado, e é justamente esse profissional que a cidade inteira disputa. A lavagem simples é o serviço que a estrutura consegue entregar sem ele.

O custo de mão de obra conta a mesma história: saiu de 31% do faturamento para 43,2% no período, e o gasto com diarista subiu de R$ 1.968 por mês, na média de janeiro a maio, para R$ 3.840 em julho. Hoje o diarista já custa mais do que custava um funcionário fixo. Contratar mais deixou de ser o caminho: encarece sem levantar o teto.

É por isso que esta proposta existe, e o ponto é o oposto de um problema: a demanda já está provada. O que falta é uma estrutura que dê conta do volume sem depender de gente, e que atraia a mão qualificada em vez de disputá-la no mercado. As duas coisas cabem no mesmo terreno.

Como ler este trecho. A contagem de carros, o ticket e o faturamento saem do sistema de ordens de serviço da casa, ordem por ordem, e são fatos. Os custos saem da planilha da operação. A ligação entre a escassez de mão qualificada e a mistura de serviços é a nossa leitura desses fatos, não uma medição. Ela é o que a proposta se propõe a resolver.

Uma máquina para o volume. Quatro boxes para o talento

As duas pernas do negócio resolvem o mesmo problema por lados opostos.

A máquina
O volume deixa de depender de gente

Um pórtico automático lava sozinho, 24 horas, sem ninguém no pátio. A lavagem barata, que hoje ocupa as mesmas mãos que uma vitrificação, passa a ser feita por equipamento.

O serviço que qualquer um faz passa a ser feito por ninguém. As mãos que sobram sobem a escada de preço.

Os boxes
Você para de contratar e passa a hospedar

Quatro boxes alugados a profissionais de estética automotiva. O bom detalhador de João Pessoa não quer ser empregado: quer estrutura, água, energia, endereço e movimento.

O box transforma o funcionário em micro-empreendedor. Em vez de disputar mão de obra num mercado que não tem, você oferece o lugar onde ela quer trabalhar.

A empresa nova não tem uma única linha de folha de pagamento

Nem na lavagem, que é automática, nem nos boxes, que são de terceiros. O estúdio de estética que opera hoje entra como mais um locatário, nas mesmas condições de qualquer outro. É a diferença entre um negócio que precisa de gente para funcionar e um endereço que rende porque outras pessoas querem estar nele.

Ato 2 de 4

O investimento

R$ 364.000 viram um endereço que trabalha sozinho. Este ato mostra exatamente o quê.

Antes de falar de dinheiro, veja o que se constrói

O percurso abaixo é o terreno da Av. Minas Gerais 1050 com a unidade montada: a entrada, a fila, a baia da máquina, os quatro boxes e a saída.

Percurso 3D da unidade
É uma maquete de computador, não uma fotografia. Parte disso já está construído — o terreno, o muro e a operação que funciona ali hoje — e o resto é o que este aporte constrói. Nenhuma medida nem nenhum traçado aqui é definitivo: o desenho existe para mostrar como as peças se encaixam no terreno; as dimensões finais saem do projeto de arquitetura, que é a primeira linha do aporte.

O lote tem sentido único e uma entrada só, pela rua lateral, e daí em diante os dois fluxos seguem o mesmo caminho: quem vai lavar e quem vai a um box entram pela mesma pista. Quem vai lavar espera numa fila protegida dentro do lote, passa pela máquina e sai pela avenida, sem dar ré em momento nenhum. Quem vai a um box segue pela mesma pista até o box alugado. Uma via, um sentido, nenhuma manobra na calçada.

O que os R$ 364.000 compram

Cinco coisas, na ordem em que acontecem.

BlocoR$
Projeto de arquiteturaO desenho técnico que vai à prefeitura e ao empreiteiro. Primeiro passo de tudo.10.000
A máquinaPórtico automático touchless, sistema de água e dosagem. Valor do contrato do fornecedor.184.000
Licença de entradaDireito de uso da plataforma, dashboard, configuração e treinamento.40.000
Obra, implantação e instalaçãoVerba única: a laje da baia, o piso, a rede até o separador, os quatro boxes, a recepção e a montagem da máquina.100.000
MarketingPrimeiro ano. Equivale a 5% da receita projetada da lavagem.30.000
Total do aporte364.000

O que é preço e o que é verba. A máquina e a licença vêm do contrato do fornecedor e são preço. A obra é verba: existe uma lista de serviços e um estudo de custo por trás dela, mas o orçamento do empreiteiro ainda não foi fechado. O Ato 4 diz o que transforma cada verba em preço.

Ato 3 de 4

O retorno

Duas receitas, uma folha de pagamento inexistente e um número que cabe na cabeça: seis carros e meio por dia.

Quantos carros por dia para não dar prejuízo

Esta é a pergunta que decide o risco, e a resposta é pequena.

O custo fixo da operação é de R$ 8.954 por mês. Ele é o número de que tudo nesta seção depende, então está aberto linha a linha, com a origem de cada uma.

O custo fixo, mês a mêsR$De onde vem
Aluguel e IPTU do terreno39,7% de todo o custo fixo3.554Custo que a operação já paga hoje, no mesmo lote
Energia elétrica1.200Premissa nossa
Manutenção do equipamento875Projeção do fornecedor
Contabilidade775Projeção do fornecedor
Licença de software750Projeção do fornecedor
Manutenção da área dos boxes500Premissa nossa
Internet e sistema de câmeras500Premissa nossa
Utensílios400Premissa nossa
Seguro250Premissa nossa
Água do poço artesiano150Premissa nossa
Total por mês8.954 

Leia a lista procurando um salário. Não existe nenhum. Dez linhas, e nem uma é folha de pagamento, encargo ou rescisão. É por isso que este custo não cresce quando o movimento cresce, e quase não dói quando o movimento cai.

Duas linhas merecem uma palavra a mais. O aluguel é a maior de todas, quase 40% do custo fixo, e a MG1050 já o paga hoje pelo mesmo lote: mesmo assim ele entra aqui inteiro, cobrado à unidade nova, porque a conta que se apresenta a um investidor não pode se apoiar num custo que alguém já cobre. E a energia elétrica é a premissa mais sensível ao volume: R$ 1.200 é a nossa estimativa, e a tarifa definitiva depende da nova ligação junto à concessionária, que ainda não está cotada.

Do outro lado, os quatro boxes alugados devolvem R$ 3.233 líquidos por mês, que sozinhos cobrem 36% de todo o custo fixo antes de a máquina lavar o primeiro carro. Cada lavagem de R$ 45 deixa 72,8% depois de produtos, impostos, cartão e royalties; cada box deixa 89,8%, porque aluguel não consome produto.

6,7
carros por dia útil é o ponto de equilíbrio com os quatro boxes ocupados

E agora o mesmo número lido ao contrário, que é como ele deve ser lido. Se nenhum box for alugado, o equilíbrio sobe para 10,5 carros por dia. Essa é a garantia real do negócio: mesmo sem um único locatário, a lavagem sozinha se paga com dez carros e meio por dia, contra uma capacidade instalada de 144.

Para calibrar: a operação de estética que já funciona no mesmo endereço atendeu 1.719 carros em 161 dias úteis nos primeiros sete meses de 2026. Dez carros por dia num serviço de R$ 45, aberto 24 horas e sem fila humana, é um patamar que a rua já pratica.

O capital volta no mês 14

A operação fecha positiva desde o primeiro mês: R$ 8.562 no mês 1, antes de qualquer maturação.

 LavagemLocaçãoResultadoMargem
Ano 1554.85027.000320.72955,1%
Ano 2623.70041.040383.46057,7%
Ano 3717.25543.092453.41059,6%
3 anos1.895.805111.1321.157.59957,7%
Retorno líquido
793 mil
resultado de três anos menos o aporte
ROI 3 anos
218%
sobre os R$ 364.000 aportados
Payback
Mês 14
quando o caixa acumulado cruza o zero

O cheque pode ser menor, ou pode não existir

O Banco do Nordeste financia investimento produtivo com recursos do FNE, e para micro e pequena empresa no Nordeste a linha vai até 100% do projeto. Uma máquina importada instalada num endereço que já opera é exatamente o bem que ela compra.

A operação não muda em nada: o resultado dos três anos continua sendo os mesmos R$ 1.157.599. Muda de onde vem o capital. E no limite da linha ele não vem de você.

689.706
reais é o que sobra em três anos com o aporte inteiro financiado, já pagos os juros e já quitada a dívida, sem um centavo de capital próprio

A conta é esta, e ela cabe em quatro linhas. Com três anos de carência você paga só juros nesse período, R$ 2.886 por mês. A operação acumula R$ 1.053.706 até o mês 36. Quita os R$ 364.000 inteiros. Sobram R$ 689.706. A partir do mês 37 a parcela vira R$ 7.219 por mês, e o resultado médio do ano 3, de R$ 37.784, cobre essa parcela 5,2 vezes.

Quanto vem do bancoSeu capitalJuros pagos,
meses 1 a 36
Parcela
meses 1 a 36
Parcela do
mês 37
ROI 3 anosPayback
Nadao cenário de todo o resto deste documento364.000———218%mês 14
R$ 100.00027% do aporte264.00028.5427931.983290%mês 12
R$ 150.00041% do aporte214.00042.8131.1892.975351%mês 10
R$ 200.00055% do aporte164.00057.0841.5863.967449%mês 8
R$ 250.00069% do aporte114.00071.3551.9824.958634%mês 7
R$ 364.000, o aporte inteiroo que se pede ao bancozero103.8932.8867.219sem capital próprio—

A coluna dos juros é a que responde “quanto custa”. Durante os 36 meses de carência não se amortiza nada: paga-se só juros, e eles somam 28,5% de tudo o que for tomado, qualquer que seja o valor. São R$ 28.542 para cada R$ 100.000. Esse dinheiro já está descontado do ROI, do payback e dos R$ 689.706 desta seção — nenhum número aqui é bruto de juros.

A última linha não tem ROI porque ROI é retorno sobre capital, e ali não há capital para dividir. O que ela tem é R$ 689.706 de resultado e nenhum aporte na frente. É por isso que o pedido ao banco é pelo valor cheio: o que vier a menos vira uma das linhas de cima, e todas elas funcionam.

O preço da alavanca, em duas parcelas

A primeira parcela do preço são os juros, e ela é certa. Vem na coluna da tabela acima: 28,5% de tudo o que for tomado, pagos ao longo dos 36 meses de carência. R$ 42.813 se o banco puser R$ 150.000; R$ 103.893 se puser os R$ 364.000 inteiros. Sai do caixa todo mês, chova ou faça sol, e já está descontada de cada número desta seção.

A segunda parcela é a margem de erro, e ela só é cobrada se o movimento decepcionar. Vale dizer exatamente o que é decepcionar, porque é com esse cenário que a próxima seção trabalha: a lavagem cobrando R$ 35 em vez de R$ 45, atendendo 30% menos carros do que o projetado, e com só dois dos quatro boxes alugados durante os três anos inteiros. Tudo dando errado ao mesmo tempo, por 36 meses seguidos.

No cenário ruim, quanto vem do bancoSeu capitalJuros dos 36 mesesQuanto você fica à frente
Nada364.000—107.650
R$ 100.000264.00028.54279.108
R$ 150.000faixa recomendada214.00042.81364.837
R$ 200.000faixa recomendada164.00057.08450.566
R$ 250.000114.00071.35536.295
R$ 364.000, o aporte inteirozero103.8933.758

Leia a tabela de cima para baixo e a troca aparece inteira. Descendo as linhas, o capital exposto do investidor cai de R$ 364.000 para zero — e a folga que sobra se tudo der errado cai de R$ 107.650 para R$ 3.758. É esse o preço da alavanca: cada real que o banco põe é um real seu que deixa de estar em risco, e um pouco da margem de erro que deixa de existir. A operação é exatamente a mesma nas seis linhas. O que muda é de quem é o risco.

Note que em nenhuma delas o investidor termina no vermelho, nem no pior cenário. E não é o ponto de equilíbrio que limita, vale registrar por quê: ele sobe de 6,7 para 15,2 carros por dia com os boxes cheios, e de 10,5 para 19,0 com eles vazios, mas só a partir do mês 37, quando a projeção já está em 51 carros por dia. Essa folga é larga.

Daí a recomendação em duas partes. Pede-se o valor cheio, porque quem decide quanto aprova é o banco e não faz sentido pedir menos do que a linha permite. E, se houver escolha, a faixa de R$ 150.000 a R$ 200.000 é onde as duas parcelas do preço ainda se pagam: até o cenário ruim deixa cinquenta a sessenta mil reais de folga.

Juros dos 10 anos
227 mil
custo total de financiar o aporte inteiro a 9,94% ao ano
Só juros na carência
2.886
por mês, nos três primeiros anos, sobre os R$ 364.000
Cobertura da parcela
5,2x
resultado médio do ano 3 sobre a parcela do mês 37
A taxa não está publicada

Os 9,94% ao ano usados aqui foram derivados da fórmula do FNE, não copiados de uma tabela. O banco publica apenas a resolução, e os componentes são reajustados todo dia 30 de abril.

Ninguém assina em cima deste número: uma ligação ao 0800 728 3030 substitui a conta inteira. A boa notícia é que ela quase não mexe na tabela, porque entre 8% e 12,4% ao ano o retorno da faixa recomendada vai de 354% para 346%.

Não há imóvel para dar em garantia

O terreno é alugado, e R$ 100.000 do aporte são obra em lote de terceiro, que é justamente o que um banco resiste a financiar. Quem assina um FNE de valor cheio assina pessoalmente.

Os caminhos existem e são conhecidos: alienação fiduciária da própria máquina, aval dos sócios e o FAMPE do Sebrae, que cobre até 80% da garantia e tem convênio permanente com o Banco do Nordeste.

Duas regras de sequência que valem dinheiro. O FNE não reembolsa capital já investido fora de uma janela curta, então nada é pago ao fornecedor antes de o contrato de financiamento estar assinado. E a operação se apresenta ao banco como uma só, lavagem com boxes compartilhados, nunca como unidades para alugar: locação de imóvel é uso restrito no fundo, e o compartilhamento com pequenas empresas que produzem dentro do mesmo imóvel é exatamente a exceção que a norma prevê.

Já fizemos a conta dos dias ruins

Quatro cenários, mexendo nas três coisas que podem sair diferente: o preço da lavagem, o volume de carros e quantos boxes enchem.

CenárioResultado 3 anosROIPayback
Otimistaticket R$ 50, volume +15%, 4 boxes a R$ 1.1001.563.149329%mês 11
Basepremissas deste documento1.157.599218%mês 14
Conservadorticket R$ 40, volume −15%, 3 boxes a R$ 800790.197117%mês 19
Pessimistaticket R$ 35, volume −30%, 2 boxes a R$ 700471.65030%mês 30
No pior cenário o dinheiro ainda volta, e sobra 30%

Ticket 22% menor, volume 30% menor e metade dos boxes vazios por três anos inteiros. Mesmo assim o capital retorna no mês 30 e o resultado acumulado é de R$ 471.650. O motivo é estrutural: sem folha de pagamento, o custo fixo não cresce quando o movimento cresce, e quase não dói quando o movimento cai.

Este mesmo cenário continua de pé com a dívida da seção anterior por cima, com uma ressalva que vale escrever. Em todos os 36 meses a operação cobre sozinha o serviço da dívida, menos um: o mês 1, onde falta R$ 418 com R$ 150.000 tomados e R$ 2.115 com o aporte inteiro financiado. É a razão de a reserva de capital de giro, que fica fora do aporte, não ser opcional.

Ato 4 de 4

A execução

O que já está feito, o que ainda é estimativa, e o que transforma uma na outra.

O trabalho que já foi feito

Este projeto não começa agora. Chega aqui com o seguinte já resolvido.

  • FEITO
    O contrato do fornecedor foi lido inteiro. 123 páginas e 14 anexos, com análise escrita de garantias, exclusividade, rescisão e obrigações de cada lado.
  • FEITO
    A operação atual foi auditada. Sete meses de lançamentos reconferidos ao centavo contra a planilha da casa, com demonstrativo reclassificado separando o que é operação e o que é retirada.
  • FEITO
    O terreno foi medido e o projeto modelado em três dimensões, com o percurso do carro simulado do portão à saída.
  • FEITO
    A obra tem memorial. A laje da baia está descrita até o volume de concreto, o peso de aço e as horas de pedreiro, com composições oficiais de referência.
  • FEITO
    A máquina, a licença e a instalação têm preço de contrato, não estimativa.
  • FEITO
    A marca já existe e já é conhecida: nota 5,0 em 22 avaliações no Google, com clientela formada no mesmo endereço.

O que ainda é estimativa

Três números deste documento são estimativa, e preferimos dizer quais são do que deixar você descobrir.

  • ABERTO
    A verba de obra de R$ 100.000. Existe lista de serviços e estudo de custo por trás dela. Fecha com dois orçamentos de empreiteiro sobre o projeto de arquitetura.
  • ABERTO
    O aluguel de R$ 900 por box. É a premissa mais frágil: não há comparável público em João Pessoa. Fecha com os dois primeiros contratos assinados. O cenário pessimista já mostra o que acontece se ele não se confirmar.
  • ABERTO
    A curva de faturamento da lavagem. Vem da projeção do fornecedor e responde por 95% da receita do primeiro ano. Fecha com os primeiros noventa dias de operação real.

Por que isto está aqui e não escondido. Uma proposta que apresenta estimativa como se fosse preço perde a credibilidade de todas as outras páginas quando um número muda. Preferimos marcar os três, dizer o que fecha cada um, e deixar que você julgue o resto sabendo onde estão as bordas.

O que estamos propondo

Aporte de R$ 364.000 para instalar e operar a MG1050 Express na Av. Minas Gerais 1050, em participação societária a definir.

  1. Projeto de arquitetura
    O desenho técnico que vai ao empreiteiro e à prefeitura. É o que transforma a verba de obra em orçamento.
  2. Dois orçamentos de obra
    Sobre o mesmo memorial, para o número de R$ 100.000 virar preço contratado.
  3. Pedido da máquina
    Assinatura do licenciamento e primeira parcela do equipamento, que tem prazo de importação.
  4. Obra e montagem
    Laje, rede, boxes e recepção, seguidos da instalação da máquina pela equipe do fornecedor.
  5. Abertura e primeiros locatários
    A lavagem entra em operação 24 horas e os boxes começam a ser ocupados.
Um endereço que já tem clientela, agora com uma máquina que não dorme

A MG1050 já provou que a rua compra o serviço: nota máxima, 317 carros no melhor mês de 2026 e uma casa que se arrumou sozinha em doze meses. O que falta é capacidade instalada, e é exatamente isso que este aporte compra.