Uma lavagem automatizada 24 horas e três boxes de estética sublocados a especialistas. Duas receitas no mesmo endereço, sob a mesma marca — e nenhum funcionário operacional na folha.
O negócio proposto não é um lava-rápido: é um hub de cuidado automotivo. A empresa opera uma única coisa — a máquina, que trabalha sozinha 24 horas por dia — e subloca os boxes de serviço especializado a terceiros, cobrando pelo ponto. A mão de obra é toda dos locatários. O que escala é o modelo, não a equipe.
Base dos números: a perna da lavagem vem da planilha de viabilidade do fornecedor do sistema (abas FATURAMENTO e PREMISSAS), recalculada linha a linha. A perna da locação é construída sobre premissas próprias, declaradas na página 6 e testadas na página 13. Custos variáveis: sobre a lavagem, sobre a locação. Custo fixo: /mês. Comparação com o modelo só de lavagem na página 12; riscos na página 14.
A MG1050 não é um lava-rápido. É uma estética automotiva na Av. Minas Gerais 1050, construída sobre cuidado artesanal — e é exatamente esse cuidado que limita quantos carros cabem em um dia.
5,0 de nota média no Google, em 22 avaliações — sem uma única avaliação negativa. O ativo mais difícil de construir já está construído.
Da lavagem simples (R$ 79) à vitrificação de pintura (R$ 1.999), passando por higienização completa, polimento na máquina e descontaminação. A escada de preço existe e funciona.
Site próprio em mg1050.com.br com atendente de IA, perfil do Google vinculado e presença ativa no Instagram. O canal de captação já está no ar.
O teto · três travas no mesmo endereço
Mais faturamento exige mais profissionais — recrutar, treinar e segurar o padrão de acabamento que é a própria reputação da casa. O custo fixo sobe antes da receita.
A lavagem de entrada é a mais pedida e a de menor valor por hora, e consome o mesmo profissional que faz polimento e vitrificação. E o estúdio fecha: a receita para.
O ponto só gera receita enquanto a equipe da casa está trabalhando nele. Cada metro ocioso é um metro que poderia estar alugado.
O limite não é demanda. É hora-homem — e crescer no modelo atual significa contratar, que é exatamente o que trava a escala.
A empresa deixa de vender hora-homem e passa a explorar o ponto de duas maneiras simultâneas: operando uma máquina que trabalha sozinha e cobrando aluguel de quem trabalha ao lado dela.
A máquina não tem salário e o locatário não é funcionário. Sem encargos, faltas, rotatividade ou treinamento. O custo fixo total da operação cabe em por mês.
O aluguel entra por contrato, não por volume. É a parte da receita que não depende de quantos carros passam no mês — e é ela que cobre do custo fixo.
Sem equipe própria, abrir a segunda unidade é uma decisão de capital, não de gestão de pessoas. É o que transforma uma loja em uma rede — ver página 15.
Tecnologia touchless: nenhuma escova encosta na lataria. O cliente escolhe no totem ou no app e paga por cartão ou Pix — daí a ausência de folha no custo fixo.
Fatura na madrugada, no feriado e no domingo: 168 horas por semana contra as cerca de 60 horas úteis de uma operação atendida.
O app registra placa, frequência e programa. Essa base é o que a empresa oferece ao locatário: fluxo constante de donos de carro na porta dele.
A máquina não remove sujeira impregnada, não corrige pintura e não higieniza o interior — e essa limitação não é um defeito do modelo: é o que enche os boxes. O que ela não resolve, o especialista ao lado resolve, e paga aluguel para estar ali. O ticket médio de R$ 45 usado em toda a projeção é o do programa intermediário.
A empresa constrói os boxes e subloca cada um a um profissional independente. Não contrata e não responde pela mão de obra: cobra pelo ponto.
| O que a empresa cobra por box | Mensal |
|---|---|
| Aluguel fixo — box equipado com água, energia e drenagem | |
| Participação de sobre o faturamento do locatário | |
| Receita por box maduro | |
| Três boxes ocupados | |
| Custo variável da locação (Simples + royalties ) | |
| Margem de contribuição da locação |
Premissa declarada: aluguel de e faturamento de /mês por locatário são estimativas próprias, sem cotação ou comparável de mercado em João Pessoa. A página 13 mostra quanto o retorno se move quando esses dois números mudam.
Box coberto e equipado, endereço em avenida movimentada, a marca MG1050 na fachada, o sistema de agendamento e cobrança, e — o mais valioso — o fluxo de clientes que a máquina traz todos os dias. Ele não precisa captar: os carros já estão ali.
A operação de estética da MG1050 ocupa um dos três boxes nas mesmas condições comerciais dos demais. O investidor não está financiando um negócio existente: entra numa empresa cuja receita é máquina mais aluguel, e nada mais.
A locação é vinculada a um padrão mínimo de acabamento e atendimento, com direito de rescisão. É a proteção da marca — ver risco na página 14.
A projeção original do fornecedor mais para construir os três boxes.
| Composição do investimento | Valor | % do total |
|---|---|---|
| Equipamentos — pórtico de lavagem, sistema de água e dosagem | ||
| Implantação — obra civil, instalações, totens e comunicação visual () mais a construção dos três boxes () | ||
| Licença — direito de uso do sistema e da tecnologia operacional | ||
| Aporte total | 100% |
Os dos boxes são por box — verba estimada, ainda sem orçamento fechado. É o que separa este modelo da alternativa só de lavagem (, página 12): a segunda receita custa a mais de capital e devolve a mais em três anos. A obra pode custar até no total antes de o hub deixar de render mais que a alternativa sem boxes — cotar é o passo 2 da página 16, e a sensibilidade está na página 13.
A unidade será implantada no endereço que a MG1050 já ocupa. Não há custo de aquisição de ponto, nem risco de encontrar localização — a variável que mais costuma derrubar operações deste tipo já está resolvida.
Uma unidade nova gastaria meses e dezenas de milhares de reais para construir reconhecimento local. A MG1050 abre com reputação 5,0, base de clientes ativa e canal digital no ar — e é essa marca que torna o box alugável.
O aporte cobre implantação, não custeio. A operação fecha o 1º mês positiva em e não há folha a pagar — ainda assim, reserva de R$ 20 a 30 mil fora do aporte. Ver página 14.
A lavagem parte de um volume modesto e cresce gradualmente, sempre muito abaixo do que o equipamento aguenta. Os boxes entram escalonados: o estúdio da casa no mês 1, os outros dois nos meses 4 e 7.
| Capacidade e utilização | Por dia | Por mês |
|---|---|---|
| Capacidade técnica instalada (6 carros/hora, 24h) | carros | carros |
| Receita potencial máxima a | ||
| Volume projetado — média do ano 1 | carros | carros |
| Utilização projetada — média do ano 1 |
6 veículos/hora é coerente com os ciclos de 8 a 13 minutos; o fornecedor indica também 10/hora e adotamos o mais conservador. A curva já embute quedas nos meses 6 e 9.
Mesmo no melhor mês projetado a unidade usa da capacidade. Há espaço para mais que dobrar o faturamento da máquina sem comprar equipamento novo — o crescimento futuro custa marketing, não capital.
São três, e três é o limite físico do terreno: boxes-mês no ano 1 contra 36 possíveis. A receita de locação cresce por reajuste e participação, não por volume.
A locação carrega apenas tributos: não consome produto químico da empresa. Luz e água não são rateadas por box — não haverá submedidor, então entram inteiras no custo fixo, e não como percentual do faturamento.
| Custos variáveis | Lavagem | Locação |
|---|---|---|
| Produtos químicos e insumos | — | |
| Simples Nacional * | ||
| Taxa média de cartões | — | |
| Royalties sobre faturamento | ||
| Energia elétrica e água | custo fixo | custo fixo |
| Total variável | ||
| Margem de contribuição |
* A alíquota do Simples ainda será confirmada pelo contador — ver página 14. Royalties aplicados também sobre a locação por prudência: se o contrato restringir a base ao faturamento da lavagem, a margem da locação sobe para .
Zero de folha de pagamento. Sem salários, encargos, faltas, rotatividade ou treinamento, o custo fixo de um hub que opera 24 horas cabe em por mês. Em uma operação de lavagem tradicional com equipe própria, esse número raramente fica abaixo de R$ 20.000 — e sobe a cada contratação. Luz e água a /mês são estimativa do proprietário, e a planilha do fornecedor não prevê verba de marketing: as duas ressalvas estão nas páginas 13 e 14.
| Demonstrativo consolidado | Ano 1 | Ano 2 | Ano 3 |
|---|---|---|---|
| Receita da lavagem | |||
| Receita da locação dos boxes | |||
| Receita bruta total | |||
| (–) Custos variáveis | |||
| (=) Margem de contribuição | |||
| (–) Custos fixos | |||
| (=) Resultado operacional | |||
| Margem operacional |
Lavagem conforme curva da planilha do fornecedor; ano 3 a +15% sobre o ano 2. Locação com ocupação de 95% a partir do ano 2 e reajuste de 5% no ano 3. Resultado acumulado em três anos: , antes de distribuição a sócios.
É o efeito mais importante de ter duas receitas: o aluguel entra por contrato e absorve do custo fixo antes de a máquina lavar o primeiro carro do mês. Vale a partir do mês , com os três boxes ocupados — no primeiro mês, com um só locatário, o equilíbrio é de carros/dia.
É a métrica que define o risco do investimento. Com os três boxes construídos e nenhum alugado, a operação precisaria de carros por dia para empatar. Com os três ocupados, precisa de — dois por cento da capacidade da máquina. A operação não precisa de sucesso para sobreviver: precisa de três carros por dia em uma avenida movimentada de João Pessoa, com uma marca que já tem cinco estrelas.
Nota metodológica: equilíbrio calculado como (custo fixo – margem de contribuição da locação) ÷ margem de contribuição da lavagem, com os três boxes maduros. A planilha original do fornecedor apresenta três valores divergentes para este indicador (R$ 11.361, 350 lavagens/mês e R$ 12.821); adotamos o cálculo correto. Com os boxes construídos e vazios, o equilíbrio volta a carros/dia; sem construí-los, seria de carros/dia.
Sobre o aporte integral de — mas por pouco: o caixa fecha o º mês em . Qualquer desvio joga o payback para o mês seguinte.
Caixa líquido acumulado ao fim do segundo ano, já descontado todo o investimento.
Retorno líquido acumulado sobre os aportados — do capital em três anos.
Comparação com o modelo só de lavagem: sem os boxes, o aporte cairia para e o retorno seria de em três anos, com payback no º mês e equilíbrio em carros/dia. Os a mais da obra dos boxes devolvem de resultado adicional em três anos — por isso o hub rende mais (), devolve o capital um mês antes e equilibra com um terço do movimento ( carros/dia). A obra pode custar até antes de essa vantagem desaparecer.
Acima, o modelo inteiro sob hipóteses progressivamente piores. Abaixo, as duas premissas mais frágeis isoladas — o aluguel que conseguiremos cobrar e o custo real de construir os boxes.
Se a obra dos boxes custar mais que os R$ 40.000 reservados · retorno em 3 anos
Como ler a segunda tabela: sem os boxes, o aporte seria de e o retorno de . No aluguel base, o hub só passa a render menos que essa alternativa se a obra dos três boxes passar de no total ( por box). E o piso é conhecido: com os três boxes vazios os três anos inteiros, o retorno ainda é de — perdem-se a receita de aluguel e R$ 500/mês de manutenção, nada mais. O risco desta perna é limitado; o do ticket médio da lavagem, na tabela acima, é bem maior.
Os pontos abertos, com a mesma clareza dos números favoráveis. Todos precisam de resposta antes da assinatura.
Buscamos capital para a implantação completa do hub, em troca de participação na operação. O percentual é objeto de negociação e será definido conforme a estrutura acordada.
: equipamentos (), implantação com a construção dos três boxes () e licença do sistema ().
O ponto comercial na Av. Minas Gerais 1050, a marca com reputação 5,0 no Google, a base de clientes ativa, o canal digital já operante e a gestão do hub. Nenhum desses itens está no valor do investimento — todos já existem e entram no negócio.
Equipe operacional. A receita vem de uma máquina automatizada e de contratos de locação — não de hora-homem contratada.
| Retorno projetado — cenário base | Valor |
|---|---|
| Receita acumulada em 3 anos | |
| Resultado operacional acumulado em 3 anos | |
| Capital recuperado em | meses |
| Retorno líquido acumulado em 36 meses | |
| Retorno sobre o capital investido em 3 anos | |
| Margem operacional média |
Percentual societário, forma de integralização, governança e política de distribuição de resultados a definir entre as partes. Este documento apresenta a viabilidade econômica; não constitui oferta, contrato ou garantia de rentabilidade. As premissas da locação são estimativas próprias — ver páginas 6, 13 e 14.
Sem equipe própria, abrir a unidade 2 é decisão de capital, não de gestão: replicam-se um contrato e uma obra, não uma cultura e uma folha. Nenhuma projeção deste documento inclui receita de unidades futuras — e a replicação depende de o contrato do fornecedor permitir novas unidades sob a marca MG1050.
Medição da área na Av. Minas Gerais 1050 para confirmar que cabem o pórtico, a fila de espera e os três boxes; viabilidade hidráulica e elétrica para operação 24 horas; consulta prévia de licenciamento.
Dois orçamentos de construção dos boxes, para confirmar os reservados. A conta de energia do terreno com o pórtico em regime de 24 horas, para validar os /mês de luz e água — a premissa mais favorável do documento. E sondagem com detalhadores, instaladores de película e profissionais de som em João Pessoa sobre o aluguel que pagariam pelo ponto. São as três premissas sem base externa.
Desenho do contrato de sublocação com prestação de serviços e do padrão de atendimento exigido, com parecer do contador sobre o enquadramento no Simples Nacional após a LC 214/2025 — e confirmação da alíquota de usada na projeção.
Natureza do vínculo, prazo, base de cálculo dos royalties, direito de operar sob a marca MG1050 e condições para unidades adicionais.
Percentual de participação, integralização, governança e política de distribuição; em seguida obra, instalação, comunicação visual, integração ao site e ao aplicativo e campanha de abertura.
+55 83 99303-9797
mg1050.com.br
Av. Minas Gerais 1050 · Bairro dos Estados